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Drible a crise e faça um golaço você também nesta copa!

Drible a crise e faça um golaço você também nesta copa!

Aqui listamos um passo-a-passo para realizar boas ações de marketing e divulgação em mídias sociais com foco em campanhas para copa do mundo.

Realize um planejamento estratégico de marketing digital para a Copa

Por ser um evento de grande porte, é importante que todos os empresários e empreendedores elaborem seu planejamento de marketing digital com antecedência. Analise o que já foi feito pela concorrência nos anos anteriores.  Pense em ações que tenham a ver com a sua empresa. Lembre-se: o objetivo é expandir o negócio e ampliar a gama de clientes.

Facilite a vida de quem vai assistir ao evento

No Brasil, é comum que muitas pessoas se reúnam para assistir aos jogos. Essa ideia pode ser um norte para que você possa promover seus serviços ou empresa. Por exemplo, que tal criar um aplicativo que dê informações diárias sobre a Copa? Isso seria uma ótima estratégia de marketing digital.

Quem trabalha com alimentação pode criar pratos, petiscos ou sobremesas que remetam ao tema futebol. Se você possui um restaurante, pode investir em telões.

Outra boa dica é criar um aplicativo traduzindo e explicando os pratos típicos de onde será realizada a disputa. Isso pode facilitar a vida dos turistas e, de quebra, divulgar o seu negócio.

Marketing digital na Copa: fique de olho nas regras

Ao pensar em qualquer promoção ou estratégia baseada no evento, é preciso estar atento a todas as regras vigentes, para não sair no prejuízo. Por exemplo, os logos da Fifa e da Copa apenas podem estar presentes em sorteios e propagandas de empresas patrocinadoras.

Ou seja, se você não é um dos patrocinadores da Fifa ou do evento, não deve usar qualquer emblema ou mascote.

Outra ação de marketing muito comum é relacionar sorteios de itens com a Copa. No entanto, realizar essas ações é um direito exclusivo de parceiros e patrocinadores, e quem desrespeitar a regra pode ser multado.

Todavia, é possível driblar essas regras utilizando, por exemplo, recursos visuais e verbais que remetam ao futebol. É importante que essas determinações estejam bem claras para a equipe de comunicação digital da sua empresa!

Cuidado ao falar sobre a seleção

Você sabia que a seleção brasileira pertence à CBF? Por isso, tudo que é ligado ao time precisa ter autorização do órgão.

Mas não é por isso que você vai deixar de falar de grandes nomes do futebol. Apenas atente-se também aos direitos de imagem.

Essas burocracias podem ser resolvidas caso você recorra a uma boa agência de marketing digital.

Criação e inovação

Não é porque você não pode realizar um sorteio por conta da Copa que você simplesmente vai deixar de criar e chamar a atenção do público. Drible essas dificuldades.

Crie promoções periodicamente, que não sejam motivadas apenas pelo evento. Nesse ponto, novamente o planejamento vai te ajudar a inovar durante esse mês de jogos.

Mas lembre-se: nada de falsificação de produtos. O que isso significa? Que caso você vá criar algum produto para essa época, não poderá usar os emblemas oficiais.

Nesse artigo, você obteve algumas dicas para fazer seu negócio crescer com o marketing digital durante a Copa. Lembre-se sempre de que, com um bom time de comunicação, é possível expandir o seu produto. Tudo sempre será uma questão de planejamento estratégico.

Um glossário com mais de 100 palavras deste universo de marketing digital!

Existem diversos verbetes em toda e qualquer profissão, como na medicina, arquitetura, engenharia, entres outros, e aqui, no marketing, temos também nossa própria linguagem!

Pensando nisso, pra te ajudar a entender um pouco mais deste nosso universo listamos aqui os principais termos que você precisa saber.

Marketing e Vendas

AIDA – É um acrônimo que abrevia um processo de conversão, com s etapas Atenção, Interesse, Desejo e Ação. A AIDA é um modelo baseado no comportamento humano natural na tomada de decisão e é utilizado no Marketing para direcionar melhor os usuários para a conversão desejada.

Automação de Marketing – Mecanismos que permitem a execução de ações de Marketing Digital de maneira automatizada para facilitar o trabalho e acelerar resultados. Em geral o termo é mais utilizado no contexto de disparo de emails a partir de um comportamento específico do usuário (Nutrição de Leads), mas ele vai além isso.

Conversão – Realizar a ação que a empresa deseja que o usuário realize. Exemplos: preencher um formulário, realizar uma compra, assinar um teste, etc.

CRM – Sigla para Customer Relationship Management (Gerenciamento de relacionamento com clientes). Softwares de CRM oferecem soluções para uma boa gestão de relacionamento com clientes, como organização e armazenamento de informações e controle de contatos (conversas, reuniões realizadas, agendamentos, etc).

CRO – Sigla para Conversion Rate Optimization (Otimização de taxa de conversão). Estratégias de CRO são focadas em aumentar o percentual de visitantes que realiza as conversões desejadas no site da empresa.

CTA – Call-to-Action – A tradução literal seria “chamada para ação”. São comandos passados aos usuários para que eles realizem uma ação esperada pela empresa. Podem ser botões, banners ou mesmo textos com links. Em geral, utilizam verbos no imperativo. Exemplos: “clique aqui” e “aproveite essa oferta”! Saiba mais sobre CTA neste eBook.

eBook – Na tradução literal, é livro eletrônico. No contexto do Marketing, é um Material educativo sobre algum assunto da área de atuação de uma empresa. São mais densos que posts em blogs e devem explorar mais a fundo o tema proposto.

Edge Rank – Algoritmo do Facebook que determina a relevância de posts e quais aparecem – ou não – no feed de notícias do usuário. É baseado em três fatores: afinidade (se há interações prévias com a fanpage), formato do post (link, vídeo, imagem) e tempo que a postagem foi feita (quanto mais antigo, menores as chances de aparecer).

Formulário de conversão – Campos que o visitante preenche em troca de algo (uma oferta, um cadastro para newsletter, entrar em contato com a empresa, etc).

Funil de vendas – Representação em pirâmide invertida dos diferentes estágios em que os potenciais clientes de uma empresa estão no processo de venda. Costuma ser dividido em Topo de Funil (ToFu), Meio de Funil (MoFu) e Fundo de Funil (BoFu). Em estratégias de Marketing Digital é essencial produzir conteúdos para pessoas em cada um desses níveis.

Tofu – Sigla para Topo de Funil (Top of the funnel) – estágio inicial de um Lead no processo de venda, ainda longe do momento da compra. Os materiais para topo de funil são mais introdutórios e possuem o objetivo de transformar o visitante em Lead.Mofu – Sigla para Meio de Funil (Middle of the funnel) – estágio intermediário de um potencial cliente no processo de venda. Os materiais de meio de funil têm o objetivo de fortalecer o relacionamento e a credibilidade da empresa e gerar demanda pelo produto ou serviço.Bofu – Sigla para Fundo de Funil (bottom of the funnel) – estágio final do processo de venda, quando o Lead está próximo a se tornar um cliente, pronto para a compra. Os materiais de fundo de funil devem mostrar ao potencial cliente que a sua opção é a melhor possível para o caso dele.

Geração de Leads – Converter os visitantes do site da empresa em Leads.

Growth Hacker – Cargo totalmente focado em gerar crescimento rápido na aquisição de clientes. Envolve diferentes setores da empresa (marketing, produto, etc.) e testa diversos canais e meios para aumentar a base de clientes.

Inbound Marketing – O “novo marketing” é focado em atrair os potenciais clientes, conquistar sua confiança e direcioná-los para o momento da venda. A ideia é que o cliente venha até a empresa, ao invés de a empresa ir até o cliente. Para isso, usa a criação de conteúdos relevantes (Marketing de Conteúdo) e estratégias em meios digitais para atingir o seu público-alvo e construir um relacionamento com ele.

Inside Sales – Diferente das vendas tradicionais, é quando o vendedor faz a venda de dentro do escritório via telefone, Skype e outros meios de comunicação. Não há encontro físico na negociação. Leia esse post sobre Inside Sales.

Landing Page – O termo (página de aterrisagem) pode representar qualquer página que sirva como porta de entrada de um visitante do seu site. No entanto, no contexto de Marketing Digital costuma ser mais utilizada como uma página criada com um propósito específico de conversão.  O caso mais comum é a página com o formulário para conversão de visitantes em Leads. (Veja a definição de Lead abaixo).

Lead – Pessoa que deixou seus dados em um formulário de conversão e demonstrou interesse na sua empresa, produtos ou tema de mercado, podendo ser considerado um potencial cliente Por meio de relacionamento, ele pode caminhar pelo Funil de venda até que se torne um cliente.

Lead Scoring – Algoritmo que determina uma pontuação para determinados perfis e comportamentos de um Lead, para analisar se ele Lead é qualificado ou não.

Links Patrocinados – São anúncios pagos exibidos com destaque em páginas de resultados de uma busca ou em sites afiliados (rede de Display). Em muitos casos o termo é usado como sinônimo do Google Adwords. Na página de resultados, são exibidos de acordo com as palavras-chave usadas na busca e na rede de display, de acordo com o tema relacionado. Aprenda mais neste webinar sobre Google Adwords.

Long tail keyword (palavras-chave da cauda longa) – Termos mais específicos e menos concorridos na busca orgânica e em leilões de palavras-chave de Links Patrocinados. São boas apostas para quem ainda não tem muita autoridade, mas quer aparecer nos resultados de buscas. Por exemplo: “bolsa feminina em palha para praia” em vez de “bolsa feminina”.

Marketing de Conteúdo – Parte do Inbound Marketing, é baseado em atrair o interesse dos consumidores por meio da produção de conteúdo relevante para o público-alvo, por esse motivo pode-se dizer que é um “marketing de atração”. Entre suas ações estádirecionar conteúdos para pessoas nos diferentes estágios do Funil de vendas.

Nutrição de Leads – Técnica de automação de marketing para o envio de uma sequência de emails após um determinado evento, com o objetivo de conduzir o Lead pelo funil de venda e aproximá-lo do momento da compra. Exemplo: após baixar um eBook sobre Marketing no Facebook, o usuário pode receber emails automáticos com sugestões de posts ou materiais sobre isso, estudos de caso e até mesmo a oferta de algum produto/serviço relacionado ao tema.

Outbound Marketing – Seria o marketing tradicional, em que empresas usam publicidade para “empurrar” seus produtos e serviços aos consumidores. Podemos dizer que é o “marketing de interrupção”, pois suas estratégias e canais não focam em um público específico. São exemplos: comerciais de TV e outdoors, por exemplo.

Pagamento social – Modalidade em que o usuário faz uma postagem em uma mídia social em troca de uma oferta. Isso ajuda a disseminar determinado conteúdo com mais rapidez. Conheça mais sobre pagamento social.

Palavra-chave – Pode ser a palavra (ou as palavras) que resume o tema principal de um texto, frase, parágrafo etc. Em SEO, é baseado nesses termos que são feitos os esforços de otimização de uma página. Em um texto sobre uma nova versão light para ração de cachorro, a palavra-chave pode ser “ração light para cachorro”. Palavra-chave também é utilizado para indicar os termos que o usuário utiliza ao fazer uma busca no Google.

PWAT – Sigla para “Pay with a tweet”. Veja a definição de pagamento social

Rede de Display do Google: é uma grande rede de sites (blogs, portais, etc.) em que os anúncios de campanhas do Google Adwords são exibidos.

Remarketing (ou retargeting) – Exibição de anúncios após a visita de um usuário a um site. Exemplo: uma pessoa entra numa página de serviços de Internet e depois disso, ao visitar outros sites, aparecem anúncios dessa mesma empresa nos banners de publicidade. Essa “perseguição” acontece pela instalação de cookies no computador do usuário. Retargeting é o nome da prática e remarketing é o nome que o Google deu ao seu serviço de retargeting.

Segmentação de Leads – Para otimizar os resultados de ações de relacionamento como o envio de email marketing, é indicado segmentar a base de contatos de acordo com um determinado critério. Por exemplo: clientes de uma região ou de um setor do mercado podem receber disparos focados para a sua realidade.

Squeeze page – É o modelo de Landing Page focado na captação de emails.

Qualificação de Lead – Processo para classificar quais Leads são boas oportunidades e devem ser abordados pela equipe de vendas, quais ainda não estão no momento da compra e Leads ruins para venda (aqueles que não têm perfil para se tornar um cliente).

Taxa de conversão – Porcentagem de visitantes que realiza a conversão desejada. Exemplo: se a taxa de conversão de uma Landing Page for 70% isso quer dizer que 70 em cada 100 visitantes viraram Leads.

Webinar – Conteúdo disponibilizado para o público em formato de vídeo (abreviação de seminário Web). Pode ser uma aula, palestra, um debate, entre outras opções. Pode ser exibido ao vivo ou gravado.

Métricas

CAC – Custo de Aquisição de Cliente. É uma métrica significativa para as empresas para saber o quanto estão gastando para conquistar cada novo cliente e serve para definir o orçamento e as ações de marketing.

CPC – Custo por Clique. É uma forma de cobrança de serviços como anúncios pagos (Adwords e Facebook Ads, por exemplo), no qual o pagamento é feito pelo número de cliques realizados.

CPA –  Custo por Aquisição. É uma forma de cobrança como o CPC, porém calculada em cima das conversões realizadas, e não dos cliques.

CTR – Sigla para Click through Rate, é o número de cliques dividido pelo número de impressões (visualizações) de um anúncio exibido, por exemplo, em serviços como Google Adwords, Facebook Ads e LinledIn Ads. Essa taxa é extremamente importante para avaliar o desempenho dos anúncios, pois um anúncio com CTR baixo tem poucos cliques em relação a visualizações e geralmente custa mais caro, devendo ser otimizado.

KPI – Sigla para Key Performance Indicators. São os indicadores definidos para medir o progresso de suas ações para alcançar uma determinada meta.

Pageviews – São as visualizaçõe de páginas de um site. Atenção: pageviews são diferentes de visitas. Para ficar claro: em uma visita, você pode ter mais de um pageview numa mesma página, isso vai apenas depender de quantas vezes o usuário entrou nela.

ROI – Sigla para Return on Investment (Retorno sobre Investimento, em português). É a relação entre o dinheiro ganho (ou perdido) e o que foi investido em seus esforços de marketing.

SEM – A sigla para Search Engine Marketing. O SEM é um conjunto de estratégias de marketing com o objetivo de promover um site nas páginas de resultados dos buscadores, como Google, Yahoo, etc. Geralmente o SEM é dividido entre SEO (otimização para o site aparecer na Busca Orgânica) e anúncios em Links Patrocinados, como o Google Adwords.

SEO –  É a sigla para Search Engine Optimization (otimização para buscadores).SEO é o conjunto de técnicas, estudos e métodos que visam melhorar o posicionamento das páginas de um site em mecanismos de busca como o Google.

Visita – É um acesso a um site. Um visitante pode fazer mais de uma visita em um site, por exemplo. Se ele fechar o site e entrar de novo em um intervalo maior do que 30 minutos, isso contabilizará duas visitas de um mesmo visitante.

Visitante – É o usuário que faz as ações no site durante uma sessão.

Visitante Único – É o visitante que, se já entrou em determinado site e teve um cookie instalado em seu computador, contabilizará como o mesmo visitante em diferentes ocasiões. Dessa forma é possível saber quantos visitantes um site teve, sem contar o mesmo usuário mais de uma vez.

Visitantes de retorno – É um visitante único que tenha entrado mais de uma vez em um site.

Web Analytics – É a ação de mensurar, coletar, analisar e reportar os dados da Internet, com o propósito de entender e melhorar a usabilidade dos usuários e melhorar os resultados das ações em seu site e outros canais digitais.

Blog, site e conteúdo

Adwords – É um serviço de publicidade do Google – e principal fonte de receita da empresa. É pelo Adwords que os sites fazem anúncios pagos que aparecem nas páginas de resultado do Google, na parte superior e na lateral direita, e na rede de Display. Você pode aprender mais aqui.

Alternative text (Alt text) – É o texto usado para descrever uma imagem na web. Ferramentas de busca leem o Alt text da imagem, o que ajuda a entender melhor o conteúdo. Se o navegador não conseguir carregar a imagem, esse texto será exibido no lugar dela.

Anchor text – É o texto de um link para outra página. Normalmente, esse texto é de cor azul e sublinhado. O Anchor text ajuda as ferramentas de busca a entender o destino do link, por isso é bom escolher com cuidado.

API – Sigla de Application Programming Interface. API é o conjunto de padrões de programação que permite que um software interaja com outro.

Autoridade de página – É o quanto os buscadores valorizam uma página em relação a outras para posicioná-la nos resultados da busca referente a um termo (palavra-chave) específico. A quantidade e a qualidade de links que direcionam para ela são os principais elementos analisados para isso.

Autoridade do site (autoridade do domínio) – Assim como a autoridade de página, é o quanto buscadores valorizam um domínio como um todo e suas páginas para posicioná-las nos resultados de busca.

Black hat – São práticas antiéticas de SEO para posicionar bem um site em buscadores como o Google.

Blog –  O blog é uma página web atualizada freqüentemente, composta por posts  geralmente apresentados de forma cronológica. Seu nome veio da união das palavras inglesas “web” e “log”, então em uma tradução livre podemos traduzir como “diário online”. No Marketing Digital, os blogs são um espaço para as empresas produzirem e postarem conteúdo de interesse de seu público, para atrair visitantes e tornar-se referência na área.

Busca orgânica – É o tráfego vindo do bom posicionamento orgânico (gratuito) em ferramentas de busca como o Google, em que os resultados são listados de acordo com a palavra-chave procurada.

Canonical tag –  Quando duas páginas ou mais têm o mesmo conteúdo (ou muito parecido), esse conteúdo duplicado distribui a “força” dessas páginas entre elas. Com o uso da canonical tag, as ferramentas de busca transferem a autoridade de uma página para a outra.

Cookies – São arquivos simples inseridos no navegador do usuário quando ele visita um site. Esse arquivo tem informações básicas como IP, preferência de idioma, etc. Assim, em visitas futuras o site é possível identificar esse visitante e suas preferências.

CSS – Sigla para Cascading Style Sheets, é uma linguagem de estilo para fazer a apresentação de páginas, como layout de página, cores, fontes, etc.

Domínio – É o principal endereço de um site, a raiz de todas as páginas. Exemplo:www.seusite.com.br

Erro 404 – Essa página de erro aparece quando um código de resposta que indica que o servidor não pôde encontrar o que foi solicitado, como uma página no seu site que não existe mais, por exemplo.

Guest Post – Um post escrito em um blog por um “convidado”, diferente dos autores regulares, que tenha relação com a área de atuação da empresa e possa agregar conhecimento aos leitores.

Google Hummingbird – Algoritmo do Google lançado em 2013. Rápido e preciso, ele vai além da palavra-chave, interpretando sinônimos, contexto e outros fatores como localização e buscas anteriores.

Google Panda – Algoritmo criado pelo Google para analisar principalmente a qualidade dos conteúdos de um site e inibir a criação de conteúdos de baixa qualidade para os usuários.

Google Penguin – Algoritmo criado pelo Google para analisar principalmente a qualidade dos links de um site, para inibir a troca de links de baixa qualidade.

Hard bounce – É a falha na entrega de emails por uma razão permanente, como um endereço de email que não existe.

Heading Tags (H1, H2, H3, ..) – São recursos de programação em HTML para apresentar os títulos e sub-títulos de uma página. A tag H1 é um dos elementos mais importantes de uma página e é um dos critérios analisados pelo Google para posicionar o seu site nos resultados de busca.

Hiperlink – É um conteúdo clicável em uma página que leva para outra página, site ou mesmo outra parte da mesma página. Pode estar inserido em um texto, botão ou imagem.

HTML – Sigla para HyperText Markup Language, HTML é uma linguagem de marcação utilizada para programação de páginas na web.

Layout – É como uma página é desenhada. O layout de uma página vai depender da criatividade e do conteúdo que ela vai conter, pensando sempre na melhor usabilidade para o usuário.

Link Building  – É o processo de conseguir mais links externos para o seu site com o intuito de melhorar o posicionamento nas ferramentas de busca. É importante que essa “construção de links” seja feita de forma natural, com outros sites relevantes e que atuem no mesmo mercado ou próximos ao seu, pois o Google penaliza sites com troca de links irrelevantes ao usuário.

Links internos – São os links dentro de um site que direcionam para outras páginas do mesmo domínio.

Links externos – São os links que direcionam para páginas fora de seu próprio domínio.

Metadados – São os dados que falam para as ferramentas de pesquisa sobre o que se trata um site ou página.

Meta descrição (Meta description) – É uma breve descrição de uma página, que aparece nas páginas de resultados das buscas. Apesar de não ajudar no posicionamento, a meta descrição auxilia a atrair visitantes ao site, pois resume o conteúdo da página nos resultados dos buscadores.

Mobile – Termo usado para se referir a celulares ou outros dispositivos móveis.

No follow – É um atributo posto em links para que não sejam rastreados pelas ferramentas de busca, de modo a não passar autoridade para a página de destino.

Pagerank – É um algoritmo criado pelo Google para avaliar os sites em uma escala de 0 a 10. Ele engloba uma série de fatores de avaliação, como a estrutura do site, número de pageviews, taxa de rejeição, relevância do conteúdo, links etc.

Page title – É o texto que aparece na aba de seu navegador quando abre uma página e também como linha de destaque na página de resultados do Google. O Page title é um dos elementos mais importantes em SEO, então deve conter as palavras-chave de maior importância de cada página do site.

Off Page – Elementos exteriores à página e que influenciam em seu posicionamento nos resultados de buscadores como o Google, como os links que direcionam para ela.

On Page – Elementos que estão dentro da página e que influenciam nos resultados de buscadores como o Google, como page title, headings e atributo alt em imagens.

Opt-in – É a escolha de optar por receber informações via email ao inscrever seu endereço de email em um formulário de um site, dando assim permissão para entrarem em contato com o usuário.

Opt-in duplo – É a prática de enviar para o usuário um email de confirmação da assinatura em sua lista. Ele só receberá os emails seguintes se clicar nessa mensagem.

Prova social (social proof) – No marketing, é o fato de se aproveitar da aprovação de outras pessoas para transmitir mais credibilidade e empatia. Se uma página é muito curtida no Facebook, por exemplo, as pessoas tendem a julgar a empresa como relevante e confiável.

Redirecionamento 301 (redirect 301) – É o processo de direcionar uma página para outro endereço. Um exemplo clássico são os sites que possuem versão com e sem www. Para que o site não tenha as páginas duplicadas, aplica-se o Redirecionamento 301 em uma das versões. Assim, a autoridade da página direcionada será unida à da página ativa. O mesmo pode ser feito em outras situações.

SERP –  Do inglês Search Engine Results Page, é a página de resultados da ferramenta de busca.

Sitemap – Um mapa onde estão listados os endereços para acessar as páginas de um site. Sitemaps HTML são usadas para visitantes navegarem e sitemaps XML são usados pelos buscadores. Saiba mais aqui.

Soft bounce – É a falha na entrega de emails por uma razão temporária, como caixa de emails cheia.

Teste A/B –  Teste feito com duas versões diferentes de uma página, para avaliar qual tem o melhor desempenho com a interação do público. Um exemplo é uma página com um formulário com 4 campos e uma versão com 8 campos. A que tiver mais conversão no teste A/B prova ser a que oferece uma melhor experiência ao usuário.

8 ferramentas essenciais para produção de conteúdo para blogs!

Em uma estratégia de branding, um dos critérios para você construir sua marca é a consistência. Pensando nisso, você aumenta sua presença online ou a presença de seu negócio pela produção frequente de conteúdo.

Por  isso, todas as etapas do processo de produção de conteúdo precisam estar bem organizado. Você não quer pular etapas ou se atrapalhar por falta de foco e consistência, né não?

Ferramentas de Planejamento e Produção

Trello

Nossa queridinha aqui. Uma plataforma de gerenciamento de projetos bastante fácil de usar e incrivelmente flexível. Você pode personalizar as colunas e adicionar cards para tarefas, determinar responsáveis, categorizar, definir prazos, anexar documentos e uma série de outros recursos muito úteis!

Mind Meister

Esta plataforma permite organizar suas ideias em mapas mentais colaborativos que podem ser compartilhados com a sua equipe para conseguir novas ideias.

Google Agenda

Depois de ter detalhado o seu mapa mental, é hora de determinar alguns prazos para o seu projeto. Ainda que o MindMeister possua recursos de distribuição de tarefas e espaço para marcação do status de cada uma delas, é melhor dedicar um espaço separado para isso e o Google Agenda é a ferramenta perfeita para isso.

Google Auto Suggest

Agora que suas etapas estão organizar é hora de colocar a mão na massa, ou melhor, no teclado! 😉 Esta ferramenta irá abrir seus horizontes durante uma pesquisa de pautas. Um recurso bem interessante, pois mostra as principais buscas relacionadas ao que você está procurando. É uma forma bastante simples de obter alguns insights sobre o assunto sobre o qual você quer produzir conteúdo.

Ferramentas de Performance

SEMRush

Já esta ferramenta te ajuda para melhorar sua performance! No SEMRush é possível ver diversas informações como o rankeamento de cada um dos posts, quais palavras-chave estão performando melhor no blog, assim como, análise de campanhas de mídia paga e de posicionamento orgânico. Ferramenta valiosa 😉

Keyword Planner

Assim como o SEMRush, o Planner mostra o volume de buscas pela palavra-chave, mas imprime valores mensais, em vez dos diários. Olha que bacana! Esta ferramenta oferece a você também uma lista de palavras-chave relacionadas à pesquisada e que também têm relevância para o público. Uma forma de garantir que os conteúdos produzidos terão a melhor palavra-chave possível para melhorar os fatores de rankeamento de seus posts.

Ferramentas de Análise e Mensuração

Google Analytics

Esta ferramenta conta com dados geográficos, demográficos, de ação do usuário e até mesmo de experiência de compra para e-commerce. Nela, você pode cruzar qualquer variável que for mais interessante para o seu negócio.

Hootsuite

Nossa queridinha da agência. Está é uma das ferramentas mais conhecidas para gerenciamento de mídia social no mundo! Você sabia que esta ferramenta já possui mais de 10 milhões de usuários? Com esta ferramenta você pode monitorar e acompanhar todas as suas redes sociais em um único painel.

Ficou com dúvidas ou tem alguma dica legal sobre produção e planejamento de conteúdo para blog? Envie-nos suas sugestões e dúvidas! Esperamos ter ajudado vocês nesta jornada.

Atualizado em 16/04/2018. Post originalmente publicado em 10/04/2016.

Impacto da publicidade em redes sociais é 500 vezes maior do que em outras mídias.

Segundo pesquisa realizada pelo IBOPE/NETRATINGS o impacto da publicidade em redes sociais é 500 vezes maior do que em outras mídias. As rede sociais e seus membros são formadores de opinião, portanto,  é necessário ter bastante cautela quando for elaborar a campanha.

A sociedade sempre foi subdividida em grupos sociais.

As novas tecnologias não criaram as redes sociais, mas sim trouxeram-nas para um campo virtual. Reunir membros específicos com uma ideologia em comum e criar sua suas comunidades é do próprio ser humano. Existe uma necessidade intríseca de nos comunicar e conviver num modelo de sociedade organizada com regras e hierarquias.

Enfim, o homem é um ser social por natureza.

As Redes Sociais é a pura integração dos membros com ideologias e interesses comuns conectados pela relevância de um determinado assunto. Com isso, interagem e compartilham através da comunicação e das novas tecnologias todo conteúdo de comum interesse.

A nova tendência do momento é criar campanhas dentro das redes sociais.  O interesse da publicidade na internet e nas redes sociais, é poder ter a especificidade de alcance de públicos bem segmentados.  As redes sociais não podem ser enxergadas como um canal de publicidade, mas como uma forma de estabelecer uma comunicação mais próxima com seus consumidores. Constrói e fortalece o canal de relacionamento com o cliente. Vale ressaltar que o sucesso de qualquer campanha dependerá da forma como o  anúncio despertará a necessidade de cada consumidor.

A evolução dos canais de comunicação faz com que os Relações Publicas possam trilhar novos caminhos para encontrar a tal compreensão mútua entre os diversos públicos que interagem com a empresa.  Sem dúvidas, as redes sociais são um ótimo canal para fortalecer o vínculo entre empresa-cliente.

O Homem é um ser social por natureza, o ser humano tem a necessidade de se comunicar socialmente e conviver em uma sociedade organizada através de regras e hierarquias.

Como faço para montar ou melhorar as vendas de uma loja virtual?

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As lojas virtuais surgiram em meados dos anos 90 e são a face visível de uma verdadeira revolução no comércio. Nas lojas virtuais não há necessidade da presença física nem do comprador, nem do vendedor; lojas virtuais não necessitam do manuseio de papel moeda e, tampouco, necessitam da mercadoria no momento da transação. Nas lojas virtuais, a relação ocorre entre um comprador e um sistema hospedado em um computador localizado em qualquer lugar do planeta.

Mas, afinal o que é uma loja virtual?

Muito embora toda loja virtual seja um website, nem todo site é uma loja virtual, ou seja, nem todo site vende produtos ou serviços online. Existem inúmeras outras funções desempenhadas pelos sites além da venda direta, tais como divulgação institucional, compras, relações com fornecedores, treinamento de funcionários, e diversas outras. Esses sites não são considerados lojas virtuais, tendo em vista que lojas virtuais são sites de e-commerce, onde o cliente visualiza e escolhe seu produto, coloca no carrinho de compras e passa no caixa para realizar o pagamento, num processo totalmente online.

A lojas virtuais desempenham um papel estratégico para qualquer negócio na Internet. É nas lojas virtuais que o visitante será apresentado aos produtos e, quiçá, vai se sentir motivado para realizar a compra. Partindo-se da premissa que os produtos são de interesse do visitante e estão sendo oferecidos a um preço justo, a decisão de compra vai depender da qualidade da loja virtual em transmitir informações precisas ao comprador; além da confiabilidade, segurança e facilidade de navegação encontrada.

 

O planejamento das Lojas Virtuais

 A ESTRUTURA DAS LOJAS VIRTUAIS
A rigor, lojas virtuais são uma série de sistemas que vão interagir com o usuário; de tal forma que ele possa realizar ações que, preferencialmente, culminem com uma compra. Esses sistemas podem ser adquiridos de terceiros ou desenvolvidos internamente, mas é fundamental que funcionem a contento, dando respostas ágeis e eficientes aos usuários 365 dias por ano, 24 horas por dia. Você pode estar em um barco no Caribe comemorando o reveillon, mas suas lojas virtuais deverão estar no ar atendendo seus clientes.

A HOSPEDAGEM DAS LOJAS VIRTUAIS

O correto funcionamento das lojas virtuais, 24 hs por dia, 360 dias por ano depende primordialmente de um bom provedor de serviços de hospedagem. Não vale a pena economizar aqui. Mesmo porque, o custo desse tipo de serviço está bem acessível no Brasil, graças a grande concorrência de fornecedores de infra-estrutura.

LOJAS VIRTUAIS E SEGURANÇA NAS TRANSAÇÕES

No mundo de cimento, costuma-se dizer que nada é 100% seguro, tanto assim que nas lojas tradicionais existe uma margem de perdas considerada aceitável pelos comerciantes. Na Internet esse princípio também é válido mas é importante se precaver para minimizar o risco. Os problemas que ocorrem com mais freqüência no caso das lojas virtuais são a Clonagem da loja, Invasão de sistemas e acesso a informações sigilosas. Problemas que são evitados com a certificação do site, encriptação das informações e outras medidas de segurança já acessíveis ao empreendedor na Internet.

PARCEIROS FINANCEIROS E MEIOS DE PAGAMENTO

As Lojas Virtuais devem disponibilizar aos seus clientes diversas opções de pagamento. Tradicionalmente, o boleto bancário e o cartão de crédito são os meios mais disponibilizados pelos lojistas. Quanto mais opções de pagamento houver, melhor para os clientes, porém, existem considerações relacionadas a custos durante a montagem dos sistemas de pagamento e a escolha do banco e operadora de cartões que devem ser consideradas pelo lojista.

ONDE HOSPEDAR SEU SITE?

Abaixo colocamos algumas referência de hospedagens para criar sua loja virtual. Lembrando que este provedores, não oferecem o serviço de criação de conteúdo, e estudo de qual será a melhor a arquitetura, layout e navegabilidade para o seu negócios. Mas, para isso conte conosco!

Criatividade e Inovação

tipping (3)O que é criatividade?

Até o exato momento não há um conceito único que a descreva, ou seja, não há uma definição exclusiva para o termo criatividade, porém fundamentais estudiosos contribuem para este conceito numa versão diferenciada que a justifica, vão denominando esta temática na sua “complexidade” como um termo multidimensional, seguem comunicando os seus resultados, ora como novas invenções, como a capacidade de análise e síntese, ora como um produto novo, ou como a resolução de problemas, ora como uma ideia nova, ou de uma teoria, enfim os componentes criativos se apresentam de formas sempre variadas e em multiplicidade.

 

O fenómeno criatividade se manifesta em todos os setores da vida seja social, político, estético, científico, é por isto que todas as ciências apresentam uma versão diferenciada no seu conceito, condizentes com as suas próprias ideologias, agregando lhe a utilidade e individualidade de cada

 

Criatividade e Inovação: Os conceitos criatividade e inovação são indissociáveis, no entanto não são sinônimos.

 

Normalmente a criatividade é um processo individual, nasce da ideia que surgiu na cabeça de alguém, enquanto a inovação é um processo coletivo, que deve ser trabalhado em grupo e conduz coletivamente a uma mudança de percepção. Por isso se diz que determinada pessoa é criativa e a empresa “xyz” é inovadora.

 

Não existe inovação sem criatividade, pois a inovação é a aplicação prática da criatividade, ou seja uma ideia resultante de um processo criativo, só passará a ser considerada uma inovação, caso seja realmente aplicada, caso contrário é considerada apenas uma invenção.

Invenção é transformar dinheiro em ideias, inovação é transformar ideias em dinheiro. Inovação tem pois este carácter de concretização, que só assim poderá gerar criação de valor.

 

 

Como medir o sucesso de uma campanha em mídia social?

tipping (1)

A época do Boom em Mídias Sociais já passou. Agora o papo não é mais se devo ou não aderir esses canais, mas sim como elas podem medir o retorno sobre o investimento (ROI).

1- Objetivo. A primeira pergunta que você deve buscar responder é: Qual é o seu objetivo principal? Gerar buzz e conversações em torno de um produto em particular? Melhorar a percepção da minha marca? Aumentar o tráfego no meu website? Conhecer melhor o que pensam meus consumidores

2-Planejamento. Agora é planejar a campanha de mídia social.

Com desafios, objetivos e conceitos claros, fica mais fácil determinar como o resultado será quantificado. Mais comentários no blog, mais retweets ou seguidores no Twitter, links, fãs no Facebook? Sem saber o que e como medir, qualquer iniciativa será um tiro n´água, pois limitará sua capacidade de entender o mercado e implantar mudanças quando necessário. Embora não haja um jeito real de avaliar o quanto vale um seguidor no Twitter ou um fã no Facebook, existem algumas maneiras fáceis de medir o ROI de uma campanha de mídia social.

Dicas:

1) Ofereça descontos, cupons ou códigos de promoção exclusivos para quem navega nas redes sociais, sugere Devin Sugameli, especialista em marketing para mídias sociais. Se você é uma rede de varejo, poderá medir o sucesso da mídia online a partir do número de consumidores que aparecem na loja com o cupom na mão. Só tem um porém: esses fãs podem eventualmente replicar essa promoção para não-fãs (afinal, o princípio básico das redes sociais é compartilhar informação), e então você não saberá realmente como seguir a pista.

2) Rastreie links. Se você não tem condições de oferecer esses descontos especiais online que permitam rastrear as vendas, uma outra maneira é medir sua influência ao acompanhar links que você inclui em cada post que publica. Então, se você postar um link para o seu website no Twitter, e algum seguidor seu clicar nele, você poderá identificar em quais páginas e durante quanto tempo esse seguidor navegou no seu site. E aí comparar com outros cliques vindos via email ou página do Facebook, e então avaliar o que dá mais retorno.

3) Monitore o feedback do usuário e as menções à sua marca ou produto. Existem ferramentas gratuitas (começando com o simples Google Alerts). Acompanhar o que é dito sobre a sua empresa não significa necessariamente medir as vendas, mas vai ajudá-lo a avaliar o ROI em termos de propaganda boca a boca e publicidade gratuita.

Portanto, não adianta querer medir o retorno de um esforço de mídia social antes de dois ou três meses, não terá embasamento suficiente.

Após estes primeiros meses, já poderar mensurar. Se conseguiu se posicionar melhor no Google. Se seu site está mais visível. Se conseguiu ampliar o conhecimento das pessoas sobre sua marca. Se conseguiu aumentar o volume de palavras-chave de seu interesse relacionados a sua empresa.Se houve aumento de vendas.Antes disso, o máximo que vai conseguir descobrir e, de maneira superficial, é o número de seguidores e talvez uma pequena melhora no google, mas nada significativo.

Para ter sucesso nas suas campanhas, antes de iniciar seu planejamento em mídias sociais, descubra quais serão seus objetivos, pois isto influenciará diretamente no resultado final.

Porque SEO é tão importante?

tipping (4)SEO, Search Engine Optimization, são métodos de construção de sites que tem por objetivo serem listados nas primeiras páginas de resultados. Tem como foco serem melhores encontrados e indexados pelos motores de busca.

O principal objetivo da otimização é obter um site analisado e “scaneado”, com clareza e objetividade, pelos motores de busca. Isto irá aumentar as páginas do seu site a ser indexadas.

Um site tem muita pouca chance de ser notado na web se não for otimizado.

Sites que buscam gerar maior fluxo de visitas e, por conseqüente, aumentar suas vendas deve ser bem “rankeado” nos motores de busca e ter foco integral, ou ao menos parcial, em SEO. Deve buscar uso moderado ou nenhum de Flash e AJAX. Demais sites, sem este foco principal, podem utilizar destes recursos de programação de site não otimizáveis, pois tem a vantagem de serem mais agradáveis visualmente e agregarem valor a marca, porém são difíceis de serem encontrados em resultados de busca. O site poderá servir mais como um catálogo para clientes conhecidos. Tudo é um peso e uma medida.
Se seu objetivo é ser observado pelos motores de busca, há toda uma gama de técnicas de otimização de motores de busca que pode ser usado para fazer um site mais visível para os indexadores de mecanismo de busca. Hoje, os principais motores de busca são o Google, Yahoo, MSN/Live.

A concorrência na web pode ser feroz. Então, porque não otimizar seu site?

As técnicas de SEO são variadas, no entanto, geralmente seguem o mesmo tema que garante que cada página seja otimizada com etiquetas e títulos adequadas, o conteúdo com as devidas palavras-chave relevantes, texto âncora, facilitando um rastreamento claro, limpo e sucinto.

Se seu objetivo é estar presente na web, portanto considere no seu planejamento a otimização de seu site.

Porque devo escolher o wordpress para o meu blog?

Recebo diariamente dúvidas sobre assuntos correlacionados com internet, relações-publicas, midias sócias e/ou sobre marketing digital. Esta semana foi a vez do wordpress. Após receber o briefing de que gostariam de um site bem rankeado no google, isto é, dentre outras ações, realizar um bom serviço de SEO no site, não me veio outra plataforma na cabeça sem ser o wordpress. Mas, a grande questão, e dificuldade, era explicar porque deveriam migrar para esta plataforma.

Foi com base nisso que me inspirei pra escrever sobre o wordpress, e que, claro, eu também utilizo, rs. (obs: não estou ganhando nada do pra publicar este artigo. Estou apenas colaborando para esclarecer dúvidas pertinentes)

Enfim, há uma variedade de razões pelas quais o WordPress é uma das melhores plataformas de blogs na internet. Muitas pessoas tentam diferentes plataformas de blogs, mas acabam voltando para o ‘WP’.

Esta plataforma é boa tanto para usuário novo como o avançado, é fato que o WordPress tem uma variedade de funções que faz com que ela seja usada por inúmeras pessoas e empresas. Para quem ainda tem dúvidas da força que o wordpress tem hoje, segue alguns exemplos de quem usa:

The Ny Times,CNN,Fox News Channel,Reuters,Financial Times, Le Monde, Blog do Flickr, Escola de Harvard, Xerox, Ford Motors,..até mesmo a NASA aderiu.

A lista não para por aí.. Mas acho que pra ilustrar, já está bom né?

Além do fator estar “bem na fita”, temos mais outras 5 boas razões:

1 – O Plugin Funcionalidade
WordPress tem uma oferta aparentemente infinita de plugins que podem ser baixados, instalados e utilizados para absolutamente livre. A instalação destes plugins é fácil e pode simplesmente ativá-lo através da seção de admin.Tudo o que você acabar precisando em termos de funcionalidade, há mais do que provável que uma série de plugins que podem ser baixados e instalados para melhorar a capacidade do seu blog.

2 – A funcionalidade temáticas
A maioria das pessoas vão se interessar em personalizar seus blogs. Há literalmente milhares de temas originais, oferecendo uma coluna, duas colunas ou três colunas, gráficos, combinações de cores e uma variedade de outros detalhes que permitem a personalização completa do seu blog para atender às suas necessidades e a de seus leitores.

3 – Funcionalidade Auto Ping
Muitos scripts podem oferecer essa possibilidade particular, mas muitos hosts blog não oferecem o auto-ping, o que significa que você vai precisar de gerar isto a  cada post que você faz.

4 – O Trackback
O recurso de trackback é importante se você quiser saber quem está lendo e respondendo ao seu blog. Se você linka para um post em outro blog com o WordPress, ele irá automaticamente fazer um comentário no post que estava ligado a fim de facilitar a comunicação entre os dois blogs diferentes.

5 – O sentimento geral de Simplicidade
WordPress é uma plataforma extremamente “user friendly” blogs. Usando cpanel, você pode instalar o WordPress em um único clique na maioria das circunstâncias. Depois que é instalado, você está praticamente pronto para começar, desde que você não queira fazer quaisquer ajustes previamente com estatísticas, temas e outros detalhes, você não precisa saber nada sobre programação de sites, a fim de criar um blog WordPress. Basta efetuar login em seu painel.

Enfim, é uma plataforma, fácil, rápida, segura tanto para quem publica o site, como para quem gerencia. Seus plugins geram inúmeras funções para o usuário que irá gerenciar o site. Para amadores, existem as funções de estatisticas já existentes no site, muito simples de ser compreendida. E, claro, pode-se colocar também o google analytics para os profissionais fazerem análises mais detalhadas. Para os amadores temos as inúmeras opções de templates prontos e para os profissionais uma liberdade de criação de layouts. Além disso, é garantia de sucesso nas ações de SEO (search engine optimization), uma vez que a plataforma é extremamente ‘amigável’ para leitura do google.

Fontes: Blog Traffic Exchange. WordPress Notable Users

Qual é o melhor dia para enviar o seu e-mail marketing?

Esta pesquisa foi realizada por analistas de e-mail marketing que por anos investiram seu tempo em responder responder a pergunta: “Qual é o melhor dia para enviar o seu e-mail marketing?”. O resultado deu que nas terças quartas e quintas os e-mails tem maior chance de serem vistos, mas como sabemos, tudo depende. Abaixo podemos observar os prós e contras de cada dia da semana, e recomendações:

– Segunda-Feira:

Prós: Após o final de semana, muitos usuários tem necessidade de organizar suas caixas de e-mail para o resto da semana.

Contras: Muitos por causa do excesso de trabalho, não tem tempo de olhar seus e-mails durante esse dia.

Recomendação: Mande o seu e-mail numa hora tarde pela manhã, de preferência antes do almoço, que é a hora que a probabilidade do e-mail ser visto é maior.

– Terça-Feira:

Prós: Muitos já organizaram suas caixas de e-mail e tem um tempo extra para checá-los,

Contras: Enviar campanhas designadas a atividades no final de semana podem acarretar em “nãos” muito cedo.

Recomendação: Certifique-se de que suas mensagens enviadas na terça são correspondentes a ações que podem ser feitas durante a semana.

– Quarta-Feira e Quinta-Feira:

Prós:  As pessoas estão se preparando para o final de semana, então checam as suas caixas de e-mail para ver se tem algo.

Contras: Dependendo do destinatário, em dois dias eles pode esquecer o que foi enviado na sua mensagem.

Recomendação: Mantenha a sua mensagem agradável e menos agressiva para seus tempos mais calmos.

– Sexta-Feira:

Prós: As pessoas tendem a receber menos e-mails na sexta, o que torna o seu mais visível.
Contras: Alguns estão com tanta pressa, que podem ignorar automaticamente qualquer email que não pertencem ao trabalho.

Recomendação: Envie a sua mensagem no início do dia para que o destinatário tem mais tempo para lê-lo e tomar medidas.

– Sábados e Domingos:

Prós: Acredite ou não, as pessoas checam suas caixas no fim de semana. Este fator dá a sua mensagem potencial ilimitado.

Contras: Ao enviar e-mails de negócios no sábado ou domingo, você corre o risco de parecer um chato e irritar alguns clientes em potencial.

Recomendação: Tente evitar o envio de e-mail no sábado e domingo. Se necessário, apenas para os necessários.

Como você pode ver, existem vantagens e desvantagens para o lançamento de campanha de e-mail todos os dias da semana. É só saber qual é o seu objetivo e escolher o melhor dia.

Fonte: What is the best day in the week to send an email marketing campaing?

A era do celular em tempos mídias sociais

Todo mundo já sabe que celular é feito para…..

..ser sua máquina fotográfica, laptop portátil, video-game, agenda… e por fim.. também fazer umas ligações..

Esse negócio de celular ser telefone é só para minha vó…E nem pra minha vó é.. ela já usa também o SMS…

Agora temos como premissa básica, internet em qualquer lugar. Quando digo, qualquer lugar.. podem pensar em todos os lugares possíveis. Já tive a infelicidade de ler o seguinte post: “até do banheiro estou twitando”. Esse post eu dispensava de ter gasto meu tempo lendo.

Enfim, essa possibilidade de falar com todo mundo o tempo todo, e não necessariamente via “voz”, é bem bacana. Agora as pessoas podem escrever quando acordam e ninguém saberá que está com aquela voz rouca de quem acordou ou digitar uma bela de uma argumentação pra um cliente pelo seu super poderoso Iphone de pijamas!

Antes para eu poder vender esse serviço de mídias sociais era uma dificuldade. Ninguém entendia o que era, qual a importância e o grau de relevância. Agora, eu posso dizer que está.. bem.. ainda está difícil.. Mas, já está mais fácil comprovar a relevância.

Meus principais clientes eram restaurantes com foco no turismo. Tentava dizer o quanto era importante monitorar o sites de turismo como o hotel.com, booking.com, dentre outros e avaliar o que falam ou deixam de falar sobre a marca… Porque, pelo menos, naquela época, uns 5 anos atrás, na Europa isso já era considerado fator primordial na escolha dos estabelecimentos que iriam escolher (hotel, restaurante, boite…)

Hoje, temos mais e mais ferramentas sendo criadas, um exemplo é o foursquare. Nunca imaginei que poderia ganhar pontos e medalhas por dizer onde estou, dar opiniões e dicas sobre o estabelecimento. Realmente, o povo tem muita imaginação. Agora posso ser formadora de opinião e ainda brincar de “social game”.

Existem diversos outros sites no mesmo estilo como Gowalla, Dioui, Mocospace. Que 5 anos atrás não exisitia. Então, o que posso dizer…..”Eu avisei!”. O negócio iria bombar.. e não é que bombou mesmo?

A ascensão das redes sociais pro celular está ainda engatinhando.. mas do jeito que as coisas estão evoluindo rápido… daki a pouco está em pé e correndo….

Um cliente falou pra mim que ele considera que 70% do usuários visualizam hoje conteúdo pelo celular… Preciso dizer a verdade… Não.. esse número não é verdade.. Mas, posso lhe dizer uma coisa.. continue penando assim. Pois até seu site ficar pronto, a realidade irá mudar.

Até eu terminar de escrever já deve ter sido criada mais alguma ferramenta. Vou lá, antes que eu me desatualize. Agora é assim, ficou 1 minuto desantenado, babou, ficou desatualizado.

Já é possível manter a privacidade, desativando o Google Analytics. Mas que "privacidade" é essa?

Add-on Google Analytics. Tools.

Add-On :: Desativar Google Analytics

Ao ficar sabendo desta notícia me questionei sobre o que seria exatamente essa “privacidade” que o Google agora que dar a seus usuários. Seria pressão por conta do que está acontecendo com o facebook ou seria uma manobra monopolista de criar o vírus e depois a vacina?

O lançamento deste “add-on” impede o envio de informação para o serviço Google Analytics e faz a ferramenta não servir mais.

A ferramenta já está disponível em sua versão beta para os browsers Internet Explorer, Firefox, e Chrome.

Ao meu ver esta ferramenta é apenas para dar uma opção “escolha” para se proteger contra os ataques que estão acontecendo ao Facebook. Ou pode ser ainda pior a minha premissa. Será que é pra vender um serviço pago, ou seja, na minha analogia a “vacina”?

É no mínimo irônico o Google criar o Analytics e depois fazer ele se tornar inútil.

Por um Google Analytics gratuito, sugiro não instalar #analyticsfree.

Mas, claro, todos têm o direito de escolher.

Você realmente acredita que sua privacidade está sendo invadida pelo analytics? Bem, para quem não sabe, ele não informa seu nome, telefone, nem muito menos seu endereço. Apenas nos dar um norte para podermos melhorar nossas estratégias de marketing digital.

E você, o que acha desta política de privacidade do Google?

Ao ficar sabendo desta notícia me questionei sobre o que seria exatamente essa “privacidade” que o Google agora que dar a seus usuários. Seria pressão por conta do que está acontecendo com o facebook ou seria uma manobra monopolista de criar o vírus e depois a vacina?

O lançamento deste “add-on” impede o envio de informação para o serviço Google Analytics e faz a ferramenta não servir mais.

A ferramenta já está disponível em sua versão beta para os browsers hoje Internet Explorer, Firefox, e Chrome.

Ao meu ver esta ferramenta é apenas para dar uma opção “escolha” para se proteger contra os ataques que estão acontecendo ao Facebook. Ou pode ser ainda pior a minha premissa. Será que é pra vender um serviço pago, ou seja, na minha analogia a “vacina”?

É no mínimo irônico o Google criar o Analytics e depois fazer ele se tornar inútil.

Por um Google Analytics gratuito, sugiro não instalar #analyticsfree.

Mas, claro, todos tem o direito de escolher.

Você realmente acredita que sua privacidade está sendo invadida pelo analytics? Bem, para quem não sabe, ele não informa seu nome, telefone, nem muito menos seu endereço. Apenas nos dar um norte para podermos melhorar nossas estratégias de marketing digital.

E você, o que acha desta política de privacidade do Google?

O poder das mídias sociais no relacionamento e reputação das empresas

Nos dias atuais não tem jeito de sua marca ser relevante se ela não estiver na web. Esta foi a grande revolução do século XXI. Uma revolução econômica e social. Podemos dizer com toda certeza que temos um novo canal de vendas e de comunicação. O mercado mudou sua forma de se comunicar com seu público, porque seu público mudou sua forma de se comportar.

Nos princípios de marketing já se dizia que devemos avaliar o comportamento do consumidor para sermos bem-sucedidos na venda de nossos produtos e serviços. E, por isso, podemos dizer que as mídias sociais influenciam diretamente sobre o seu negócio, tanto positivamente como negativamente. Muito cuidado com o que o escreve, senão todo o trabalho realizado pelo seu Relações-Públicas, vai por água abaixo. Cuide de sua reputação também online.

É fato que cresce exponencialmente o número de empresas utilizando as redes sociais para alavancar o seu negócio na Internet. Porém, criar o perfil empresarial no Twitter, Orkut e Facebook, não é suficiente. É preciso saber usar corretamente as mídias sociais.

Devemos ter bom conhecimento das ferramentas e ter boas práticas para poder nos relacionar de forma eficiente com o nosso público-alvo.

Segue aqui duas dicas básicas, e essenciais, do que você deve ou não fazer para começar com o pé direito:

>      Em primeiro lugar, seja sincero e não crie perfis falsos. Da mesma forma que as boas práticas de relações-públicas é colocada para os outros canais de comunicação, nas redes sociais não é diferente.

>      Não se autopromova, e sim, compartilhe e interaja ao máximo. A rede social não é publicidade, e sim canal de relacionamento.

Com essas duas premissas você poderá incluir e começar a explorar as mídias sociais no seu planejamento de marketing e de vendas do seu negócio. Mas, procure um bom profissional para lhe orientar. O mundo está cheio de boas intenções, mas se não utilizar direito às mídias sociais, elas poderão se virar contra você mesmo.

Uso crescente de internet é desafio para hotéis

Até recentemente, os viajantes que participavam de conferências ou feiras de negócios tinham necessidades de internet simples. Queriam verificar mensagens de e-mail e talvez localizar informações na web ou se conectar com as redes de suas empresas. Agora, as reuniões podem incluir vídeos em streaming e interação online. E de volta aos seus quartos de hotel os viajantes baixam filmes e se conectam a redes de troca de arquivos. Os organizadores de eventos, hotéis e centros de conferência estão batalhando para acompanhar a demanda e impedir o travamento da rede.
Erika Powell, planejadora de reuniões da Global Knowledge, uma empresa que oferece treinamento em software para clientes empresariais, disse que recentemente se viu forçada a transferir um evento de hotel porque a conexão à internet do estabelecimento original não seria capaz de atender à demanda de seu grupo.
Até alguns anos atrás, uma forma de conexão conhecida como T1 era a norma para a maioria dos hotéis. O advento de tecnologia barata de transmissão de vídeo, fácil de usar – e grande consumidora de banda -, alterou a situação de maneira dramática. A demanda nos hotéis e centros de convenções disparou, à medida que empresas começam a usar mais recursos de videoconferência e os hóspedes a baixar mais mídia. Para aumentar o congestionamento, os administradores dos hotéis também estão usando ferramentas disponíveis via web para administrar os departamentos da casa, e isso resulta em ainda mais demanda por banda larga.

A maioria dos hotéis dirigidos aos viajantes de negócios agora oferece mais linhas T1 ou uma linha T3 (também conhecida como DS3), que acomoda tráfego equivalente ao de 28 T1s. Outros hotéis estão instalando redes de fibra óptica, que também oferecem considerável banda. Muitos desses novos sistemas são o que os especialistas em tecnologia designam como “temporariamente expansíveis”, o que significa que eles normalmente transmitem entre 6 e 8 megabits por segundo, mas podem sustentar tráfego muitas vezes maior em caso de necessidade.

Para Maura Sutherland, esse acesso à banda larga generoso é um argumento de venda importante. Ela é diretora de marketing corporativo da Akamai Technologies e recentemente levou 300 clientes de todo o mundo ao Renaissance. Sutherland informou que o hotel tinha a capacidade de reservar banda exclusiva para o seu grupo, incluindo streaming de vídeos em alta definição.
Cinco ou seis anos atrás, o objetivo seria permitir que eles tivessem acesso aos seus sites; hoje, todo mundo procura streaming de vídeo.
Fonte: Terra

Tecnologias e Comunicação Empresarial, uma nova ótica

Sozinho na multidão?
“Andar pelo calçadão de uma praia como Copacabana até pouco tempo podia ser um programa pessoal. Agora, 16 câmeras para monitorar os transeuntes podem flagrar encontros que, revelados ao público, têm o poder de causar dano à reputação. Antes da revolução tecnológica, podíamos ser “apenas mais um na multidão”. Hoje,com a tecnologia que pode captar e difundir nossa imagem para qualquer lugar, podemos ser “um, através da multidão”.

Nova tecnologia, nova ética.
“Toda vez que a Humanidade dá um salto tecnológico, o resultado é um impacto na moral. Quando inventamos a agricultura, deixamos de ser canibais. O valor ético da vida passou a ser mais respeitado. Houve um progresso moral, que redundou na escravidão, algo primitivo e condenável, mas, ainda assim, um avanço. Séculos depois, a partir da invenção da máquina a vapor, por James Watt (ilustração), e com a revolução industrial, foi a escravidão que sucumbiu. O valor ético da liberdade começou a prevalecer. Agora, em plena revolução tecnológica, começou o reinado de sistemas digitais. A conseqüência será mais transparência. “

Ao ler estes dois trechos do livro do Mário Rosa, pude completar meu quebra-cabeça sobre a relação da nova postura empresarial diante das novas tecnologias. O equilíbrio entre a tecnologia e análise comportamental e psicológica dos clientes, e do mercado, serão a base para o sucesso das empresas modernas.

Cada vez mais as empresas têm se preocupado em acompanhar mais esta nova realidade de ecossistema digital procurando modificar a visão e cultura interna para um modelo de diálogo entre os públicos.

As empresas modernas estão procurando lidar melhor com estas novas tecnologias. O foco atual está em procurar alternativas criativas no meio digital para ampliar sua presença e visibilidade online, assim como, gerenciar a imagem e reputação.

Será que a comunicação empresarial e/ou relações-publicas se consideram preparados para lidar com isso?

Minha sugestão é buscar se informar, ler artigos, participar de palestras sobre o tema. Assim, você poderá realizar o que já está mais do que acostumado a fazer, porém sob uma nova ótica. Um bom profissional é aquele que se renova constantemente.

III Encontro de Tecnologia e RH: desafios da Comunicação Corporativa.

Em, 04/12/2008, dei uma palestra junto com a sócia da agência de comunicação, Inah de Paula Comunicações, sobre comunicação corporativa no século XXI. Está previsto um público de mais de 150 pessoas. Para quem tiver interesse no conteúdo da palestra segue abaixo o resumo:

1) Novo Ambiente Empresarial: A globalização e suas tecnologias O novo modelo de comunicação – desafios na construção da reputação e relacionamento com públicos

2) Os diversos modelos de estruturação da comunicação interna e sua aplicabilidade: Comunicação, RH ou Marketing?

3) A visão da comunicação interna utilizada como ferramenta para o sucesso das estratégias de RH, com casos ilustrativos

Terá uma hora de duração e terá início as 09h. A parte em que eu estarei mais envolvida será com a abordagem sobre as estratégias de comunicação corporativa aliadas as novas tecnologias. Falarei sobre a utilização das ferramentas de RP e Web 2.0 na construção e gerenciamento da reputação onde o novo consumidor trouxe como conseqüência adoção de novas posturas gerenciais nas empresas com políticas mais transparentes e abertas aos diálogos.

Mais informações: www.bucarh.com.br