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6 Dicas para usar corretamente as redes sociais

Relacionamento nas Redes Sociais

Saiba como montar um planejamento básico

1. Ajustes os processos internos

Antes de expor sua marca nas redes sociais, certifique-se da qualidade de seus produtos e serviços. Ao abrir esta porta você deverá estar preparados para lidar com críticas, dúvidas e atender com prontidão com clareza, honestidade e transparência.

2. Alinhe suas estratégias de Mkt e RP

As mídias sociais ajudam a empresa a melhorar o atendimento ao cliente e, conseqüentemente, gerar mais vendas. Mas, muito cuidado com suas ações de marketing em outros canais de comunicação. A exposição da sua marca, em qualquer meio, reflete diretamente nas redes e podem sujar sua reputação em algumas horas.

3. Profissionalismo nas mídias

Procure um profissional para dedicar-se exclusivamente às mídias sociais. Para se sair bem nas mídias sociais exige-se técnica e estratégia. A falta de um profissionalismo na web pode acabar trazendo o efeito inverso e arranhando a sua marca.

4. Equipe 100% Integrada

É indispensável, e fundamental, integrar a agência que irá atuar nas mídias sociais com sua equipe internamente. É preciso ter agilidade e precisão nas respostas a serem publicadas.

5. Gerenciamento de Crises

Os Relações-Públicas há anos cuidam do gerenciamento de crise das empresas. Criam manuais e orientam a empresa como lidar em diversas situações. Nas redes sociais não é diferente, devemos estar também preparados para lidar com eventuais crises geradas e agir com agilidade e muita seriedade.

5. Ter bom senso

As redes sociais têm como sua composição básica: pessoas. Não é como um comercial de TV que seu canal é de mão única. As redes são um canal de mão dupla e ponto principal de discussão e desabafo. Respeito e etiqueta são os pilares para não ser tachado negativamente.

Já é possível manter a privacidade, desativando o Google Analytics. Mas que "privacidade" é essa?

Add-on Google Analytics. Tools.

Add-On :: Desativar Google Analytics

Ao ficar sabendo desta notícia me questionei sobre o que seria exatamente essa “privacidade” que o Google agora que dar a seus usuários. Seria pressão por conta do que está acontecendo com o facebook ou seria uma manobra monopolista de criar o vírus e depois a vacina?

O lançamento deste “add-on” impede o envio de informação para o serviço Google Analytics e faz a ferramenta não servir mais.

A ferramenta já está disponível em sua versão beta para os browsers Internet Explorer, Firefox, e Chrome.

Ao meu ver esta ferramenta é apenas para dar uma opção “escolha” para se proteger contra os ataques que estão acontecendo ao Facebook. Ou pode ser ainda pior a minha premissa. Será que é pra vender um serviço pago, ou seja, na minha analogia a “vacina”?

É no mínimo irônico o Google criar o Analytics e depois fazer ele se tornar inútil.

Por um Google Analytics gratuito, sugiro não instalar #analyticsfree.

Mas, claro, todos têm o direito de escolher.

Você realmente acredita que sua privacidade está sendo invadida pelo analytics? Bem, para quem não sabe, ele não informa seu nome, telefone, nem muito menos seu endereço. Apenas nos dar um norte para podermos melhorar nossas estratégias de marketing digital.

E você, o que acha desta política de privacidade do Google?

Ao ficar sabendo desta notícia me questionei sobre o que seria exatamente essa “privacidade” que o Google agora que dar a seus usuários. Seria pressão por conta do que está acontecendo com o facebook ou seria uma manobra monopolista de criar o vírus e depois a vacina?

O lançamento deste “add-on” impede o envio de informação para o serviço Google Analytics e faz a ferramenta não servir mais.

A ferramenta já está disponível em sua versão beta para os browsers hoje Internet Explorer, Firefox, e Chrome.

Ao meu ver esta ferramenta é apenas para dar uma opção “escolha” para se proteger contra os ataques que estão acontecendo ao Facebook. Ou pode ser ainda pior a minha premissa. Será que é pra vender um serviço pago, ou seja, na minha analogia a “vacina”?

É no mínimo irônico o Google criar o Analytics e depois fazer ele se tornar inútil.

Por um Google Analytics gratuito, sugiro não instalar #analyticsfree.

Mas, claro, todos tem o direito de escolher.

Você realmente acredita que sua privacidade está sendo invadida pelo analytics? Bem, para quem não sabe, ele não informa seu nome, telefone, nem muito menos seu endereço. Apenas nos dar um norte para podermos melhorar nossas estratégias de marketing digital.

E você, o que acha desta política de privacidade do Google?

Uso crescente de internet é desafio para hotéis

Até recentemente, os viajantes que participavam de conferências ou feiras de negócios tinham necessidades de internet simples. Queriam verificar mensagens de e-mail e talvez localizar informações na web ou se conectar com as redes de suas empresas. Agora, as reuniões podem incluir vídeos em streaming e interação online. E de volta aos seus quartos de hotel os viajantes baixam filmes e se conectam a redes de troca de arquivos. Os organizadores de eventos, hotéis e centros de conferência estão batalhando para acompanhar a demanda e impedir o travamento da rede.
Erika Powell, planejadora de reuniões da Global Knowledge, uma empresa que oferece treinamento em software para clientes empresariais, disse que recentemente se viu forçada a transferir um evento de hotel porque a conexão à internet do estabelecimento original não seria capaz de atender à demanda de seu grupo.
Até alguns anos atrás, uma forma de conexão conhecida como T1 era a norma para a maioria dos hotéis. O advento de tecnologia barata de transmissão de vídeo, fácil de usar – e grande consumidora de banda -, alterou a situação de maneira dramática. A demanda nos hotéis e centros de convenções disparou, à medida que empresas começam a usar mais recursos de videoconferência e os hóspedes a baixar mais mídia. Para aumentar o congestionamento, os administradores dos hotéis também estão usando ferramentas disponíveis via web para administrar os departamentos da casa, e isso resulta em ainda mais demanda por banda larga.

A maioria dos hotéis dirigidos aos viajantes de negócios agora oferece mais linhas T1 ou uma linha T3 (também conhecida como DS3), que acomoda tráfego equivalente ao de 28 T1s. Outros hotéis estão instalando redes de fibra óptica, que também oferecem considerável banda. Muitos desses novos sistemas são o que os especialistas em tecnologia designam como “temporariamente expansíveis”, o que significa que eles normalmente transmitem entre 6 e 8 megabits por segundo, mas podem sustentar tráfego muitas vezes maior em caso de necessidade.

Para Maura Sutherland, esse acesso à banda larga generoso é um argumento de venda importante. Ela é diretora de marketing corporativo da Akamai Technologies e recentemente levou 300 clientes de todo o mundo ao Renaissance. Sutherland informou que o hotel tinha a capacidade de reservar banda exclusiva para o seu grupo, incluindo streaming de vídeos em alta definição.
Cinco ou seis anos atrás, o objetivo seria permitir que eles tivessem acesso aos seus sites; hoje, todo mundo procura streaming de vídeo.
Fonte: Terra

Tecnologias e Comunicação Empresarial, uma nova ótica

Sozinho na multidão?
“Andar pelo calçadão de uma praia como Copacabana até pouco tempo podia ser um programa pessoal. Agora, 16 câmeras para monitorar os transeuntes podem flagrar encontros que, revelados ao público, têm o poder de causar dano à reputação. Antes da revolução tecnológica, podíamos ser “apenas mais um na multidão”. Hoje,com a tecnologia que pode captar e difundir nossa imagem para qualquer lugar, podemos ser “um, através da multidão”.

Nova tecnologia, nova ética.
“Toda vez que a Humanidade dá um salto tecnológico, o resultado é um impacto na moral. Quando inventamos a agricultura, deixamos de ser canibais. O valor ético da vida passou a ser mais respeitado. Houve um progresso moral, que redundou na escravidão, algo primitivo e condenável, mas, ainda assim, um avanço. Séculos depois, a partir da invenção da máquina a vapor, por James Watt (ilustração), e com a revolução industrial, foi a escravidão que sucumbiu. O valor ético da liberdade começou a prevalecer. Agora, em plena revolução tecnológica, começou o reinado de sistemas digitais. A conseqüência será mais transparência. “

Ao ler estes dois trechos do livro do Mário Rosa, pude completar meu quebra-cabeça sobre a relação da nova postura empresarial diante das novas tecnologias. O equilíbrio entre a tecnologia e análise comportamental e psicológica dos clientes, e do mercado, serão a base para o sucesso das empresas modernas.

Cada vez mais as empresas têm se preocupado em acompanhar mais esta nova realidade de ecossistema digital procurando modificar a visão e cultura interna para um modelo de diálogo entre os públicos.

As empresas modernas estão procurando lidar melhor com estas novas tecnologias. O foco atual está em procurar alternativas criativas no meio digital para ampliar sua presença e visibilidade online, assim como, gerenciar a imagem e reputação.

Será que a comunicação empresarial e/ou relações-publicas se consideram preparados para lidar com isso?

Minha sugestão é buscar se informar, ler artigos, participar de palestras sobre o tema. Assim, você poderá realizar o que já está mais do que acostumado a fazer, porém sob uma nova ótica. Um bom profissional é aquele que se renova constantemente.